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<title>Http://ultramegatiaguinho.blogtok.com/ - Informação</title>
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	<itunes:summary>Voltando de Gergesa &amp;agrave; costa ocidental, Jesus encontrou uma multid&amp;atilde;o para O receber, e saudaram-nO com alegria. Permaneceu por algum tempo nas proximidades do lago, ensinando e curando, dirigindo-Se em seguida &amp;agrave; casa de Levi Mateus, para encontrar-Se com os publicanos no banquete. Ali O achou Jairo, pr&amp;iacute;ncipe da sinagoga. 
    &amp;nbsp;
    Este chefe judeu foi ter com Jesus em grande afli&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e atirou-se-Lhe aos p&amp;eacute;s, exclamando: &amp;quot;Minha filha est&amp;aacute; moribunda; rogo-Te que venhas e lhe imponhas as m&amp;atilde;os para que sare, e viva.&amp;quot; 
        &amp;nbsp;
        Jesus partiu imediatamente com o pr&amp;iacute;ncipe. Conquanto os disc&amp;iacute;pulos houvessem testemunhado tantas de Suas obras de miseric&amp;oacute;rdia, surpreenderam-se com Sua condescend&amp;ecirc;ncia para com a s&amp;uacute;plica desse altivo rabi; acompanharam, contudo, ao Mestre e o povo os seguiu, ansioso e expectante. N&amp;atilde;o era longe a casa do pr&amp;iacute;ncipe, mas Jesus e Seus companheiros avan&amp;ccedil;aram lentamente, pois a turba O comprimia de todos os lados. O ansioso pai impacientava-se com a demora; Jesus, por&amp;eacute;m, compadecendo-Se do povo, detinha-Se aqui e ali para aliviar algum sofrimento, ou confortar um cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o turbado. 
            &amp;nbsp;
            Quando ainda em caminho, um mensageiro chegou abrindo passagem por entre a multid&amp;atilde;o, levando a Jairo a not&amp;iacute;cia do falecimento da filha, e dizendo ser in&amp;uacute;til incomodar mais o Mestre. 
                P&amp;aacute;g. 343 
                As palavras foram ouvidas por Jesus. &amp;quot;N&amp;atilde;o temas&amp;quot;, disse Ele; &amp;quot;cr&amp;ecirc; somente, e ser&amp;aacute; salva.&amp;quot; 
                    &amp;nbsp;
                    Jairo achegou-se mais para o Salvador, e juntos apressaram-se para a casa dele. J&amp;aacute; os pranteadores e os tocadores de flauta ali estavam, enchendo os ares com seus clamores. A presen&amp;ccedil;a da multid&amp;atilde;o e o tumulto feriram o esp&amp;iacute;rito de Jesus. Procurou faz&amp;ecirc;-los silenciar, dizendo: &amp;quot;Por que vos alvoro&amp;ccedil;ais e chorais? a menina n&amp;atilde;o est&amp;aacute; morta, mas dorme.&amp;quot; Eles se indignaram ante as palavras do Estranho. Tinham visto a menina nos bra&amp;ccedil;os da morte, e riram-se desdenhosamente dEle. Pedindo a todos que deixassem a casa, Jesus levou consigo o pai e a m&amp;atilde;e da menina, e os tr&amp;ecirc;s disc&amp;iacute;pulos, Pedro, Tiago e Jo&amp;atilde;o, e juntos entraram na c&amp;acirc;mara mortu&amp;aacute;ria. 
                        &amp;nbsp;
                        Jesus aproximou-Se do leito, e tomando a m&amp;atilde;o da menina na Sua, proferiu brandamente, na linguagem familiar de sua casa, as palavras: &amp;quot;Menina, a ti te digo, levanta-te.&amp;quot; 
                            &amp;nbsp;
                            Um tremor perpassou-lhe instantaneamente pelo corpo inanimado. Volveram as pulsa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da vida. Os l&amp;aacute;bios descerraram-se num sorriso. Os olhos abriram-se como se despertasse do sono, e a menina olhou admirada ao grupo que a rodeava. Ergueu-se e os pais estreitaram-na, chorando de alegria. 
                                &amp;nbsp;
                                De caminho para a casa do pr&amp;iacute;ncipe, Jesus encontrara, entre a multid&amp;atilde;o, uma pobre mulher que, por doze anos, sofrera de um mal que lhe tornava um fardo a exist&amp;ecirc;ncia. Consumira todos os seus recursos com m&amp;eacute;dicos e rem&amp;eacute;dios, para ser afinal declarada incur&amp;aacute;vel. Reviveu-lhe, por&amp;eacute;m, a esperan&amp;ccedil;a, ao ouvir falar das curas operadas por Cristo. Teve a certeza de que se t&amp;atilde;o-somente pudesse ir ter com Ele, havia de recobrar a sa&amp;uacute;de. Fraca e sofrendo chegou &amp;agrave; beira-mar, onde Ele estava ensinando, e tentou romper a multid&amp;atilde;o, mas em v&amp;atilde;o. Novamente O seguiu da casa de Levi Mateus, mas foi-lhe outra vez imposs&amp;iacute;vel chegar at&amp;eacute; Ele. Come&amp;ccedil;ara a desesperar quando, abrindo caminho por entre o povo, Ele chegou perto de onde ela se achava. 
                                    &amp;nbsp;
                                    Ali estava a &amp;aacute;urea oportunidade. Achava-se em presen&amp;ccedil;a do grande M&amp;eacute;dico! Em meio da confus&amp;atilde;o, por&amp;eacute;m, n&amp;atilde;o Lhe podia falar, nem v&amp;ecirc;-Lo sen&amp;atilde;o de relance. Temendo perder seu &amp;uacute;nico ensejo de cura, forcejou por adiantar-se, dizendo de si para si: &amp;quot;Se eu t&amp;atilde;o-somente tocar o Seu vestido, ficarei s&amp;atilde;.&amp;quot; Quando Ele ia passando, ela avan&amp;ccedil;ou, conseguindo tocar-Lhe, de leve, na orla do vestido. No mesmo instante, todavia, sentiu que estava s&amp;atilde;. Concentrara-se, naquele &amp;uacute;nico toque, toda a f&amp;eacute; de sua vida e, num momento, a doen&amp;ccedil;a e a fraqueza deram lugar ao vigor da perfeita sa&amp;uacute;de. 
                                        P&amp;aacute;g. 344 
                                        Cheia de gratid&amp;atilde;o, buscou retirar-se dentre o povo; mas Jesus deteve-Se de repente, e o povo parou com Ele. Voltou-Se e, numa voz distintamente ouvida acima do burburinho da multid&amp;atilde;o, indagou: &amp;quot;Quem &amp;eacute; que Me tocou?&amp;quot; O povo respondeu a essa pergunta com uma express&amp;atilde;o de surpresa. Impelido de todos os lados, rudemente comprimido daqui e dali, como Ele estava, parecia essa uma estranha interroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. 
                                            &amp;nbsp;
                                            Pedro, sempre pronto a falar, disse: &amp;quot;Mestre, a multid&amp;atilde;o Te aperta e Te oprime, e dizes: Quem &amp;eacute; que Me tocou?&amp;quot; Jesus respondeu: &amp;quot;Algu&amp;eacute;m Me tocou, porque bem conheci que de Mim saiu virtude.&amp;quot; O Salvador podia distinguir o toque da f&amp;eacute;, do casual contato da turba descuidosa. Essa confian&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o devia passar sem coment&amp;aacute;rio. Queria dirigir &amp;agrave; humilde mulher palavras de conforto, que lhe serviriam de fonte de alegria &amp;ndash; palavras que seriam uma b&amp;ecirc;n&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos Seus seguidores at&amp;eacute; ao fim dos s&amp;eacute;culos. 
                                                &amp;nbsp;
                                                Olhando para a mulher, Jesus insistiu em saber quem O tocara. Vendo ela que era in&amp;uacute;til querer ocultar-se, adiantou-se tremendo 
                                                    P&amp;aacute;g. 347 
                                                    e lan&amp;ccedil;ou-se-Lhe aos p&amp;eacute;s. Com l&amp;aacute;grimas de gratid&amp;atilde;o, contou a hist&amp;oacute;ria de seus sofrimentos e como encontrara al&amp;iacute;vio. Jesus disse brandamente: &amp;quot;Tem bom &amp;acirc;nimo, filha, a tua f&amp;eacute; te salvou; vai em paz.&amp;quot; Ele n&amp;atilde;o deu nenhum ensejo para que a supersti&amp;ccedil;&amp;atilde;o pretendesse haver virtude curadora no simples toque de Suas vestes. N&amp;atilde;o fora pelo contato exterior com Ele, mas por meio da f&amp;eacute; que se firmava em Seu poder divino, que se operara a cura. 
                                                        &amp;nbsp;
                                                        A turba admirada que se comprimia em torno de Jesus, n&amp;atilde;o sentira nenhum acr&amp;eacute;scimo de poder vital. Mas, quando a sofredora mulher estendeu a m&amp;atilde;o para toc&amp;aacute;-Lo, crendo que se restabeleceria, experimentou a vivificadora virtude. Assim nas coisas espirituais. Falar de religi&amp;atilde;o de maneira casual, orar sem ter a alma faminta e viva f&amp;eacute;, nada aproveita. A f&amp;eacute; nominal em Cristo, que O aceita apenas como o Salvador do mundo, n&amp;atilde;o pode nunca trazer cura &amp;agrave; alma. A f&amp;eacute; que opera salva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o &amp;eacute; mero assentimento espiritual &amp;agrave; verdade. Aquele que espera inteiro conhecimento antes de exercer f&amp;eacute;, n&amp;atilde;o pode receber b&amp;ecirc;n&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Deus. N&amp;atilde;o basta crer no que se diz acerca de Cristo; devemos crer nEle. A &amp;uacute;nica f&amp;eacute; que nos beneficiar&amp;aacute;, &amp;eacute; a que O abra&amp;ccedil;a como Salvador pessoal; que se apropria de Seus m&amp;eacute;ritos. Muitos t&amp;ecirc;m a f&amp;eacute; como uma opini&amp;atilde;o. A f&amp;eacute; salvadora &amp;eacute; um ajuste pelo qual aqueles que recebem a Cristo se unem a Deus em concerto. F&amp;eacute; genu&amp;iacute;na &amp;eacute; vida. Uma f&amp;eacute; viva significa acr&amp;eacute;scimo de vigor, segura confian&amp;ccedil;a pela qual a alma se torna uma for&amp;ccedil;a vitoriosa. 
                                                            &amp;nbsp;
                                                            Ap&amp;oacute;s a cura da mulher, Jesus desejava que ela reconhecesse a b&amp;ecirc;n&amp;ccedil;&amp;atilde;o que recebera. Os dons oferecidos pelo evangelho n&amp;atilde;o devem ser adquiridos &amp;agrave;s furtadelas, nem fru&amp;iacute;dos em segredo. Assim o Senhor nos chama a confessar Sua bondade. &amp;quot;V&amp;oacute;s sois as Minhas testemunhas, diz o Senhor; Eu sou Deus.&amp;quot; Isa. 43:12. 
                                                                &amp;nbsp;
                                                                Nossa confiss&amp;atilde;o de Sua fidelidade &amp;eacute; o meio escolhido pelo C&amp;eacute;u para revelar Cristo ao mundo. Temos de reconhecer-Lhe a gra&amp;ccedil;a segundo nos &amp;eacute; dada a conhecer atrav&amp;eacute;s dos santos homens da antiguidade; mas o que ser&amp;aacute; mais eficaz &amp;eacute; o testemunho de nossa pr&amp;oacute;pria experi&amp;ecirc;ncia. Somos testemunhas de Deus, ao revelar em n&amp;oacute;s mesmos a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um poder que &amp;eacute; divino. Cada indiv&amp;iacute;duo tem uma vida diversa da de todos os outros, uma experi&amp;ecirc;ncia que difere essencialmente da sua. Deus deseja que nosso louvor a Ele ascenda, com o cunho de nossa pr&amp;oacute;pria individualidade. Esses preciosos reconhecimentos para louvor da gl&amp;oacute;ria de Sua gra&amp;ccedil;a, quando corroborados por uma vida semelhante &amp;agrave; de Cristo, possuem irresist&amp;iacute;vel poder, eficaz para salva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de almas. 
                                                                    P&amp;aacute;g. 348 
                                                                    Quando os dez leprosos foram ter com Jesus, em busca de cura, Ele lhes ordenou que fossem, e se mostrassem ao sacerdote. No caminho, foram purificados, mas unicamente um voltou atr&amp;aacute;s para Lhe dar gl&amp;oacute;ria. Os outros seguiram seu caminho, esquecendo Aquele que os pusera s&amp;atilde;os. Quantos est&amp;atilde;o ainda fazendo a mesma coisa! O Senhor opera continuamente em benef&amp;iacute;cio da humanidade. Est&amp;aacute; sem cessar concedendo Suas d&amp;aacute;divas. Ergue o enfermo do leito em que languesce, livra os homens de perigos a eles invis&amp;iacute;veis, envia anjos celestes para os salvar de calamidades, guard&amp;aacute;-los de &amp;quot;peste que ande na escurid&amp;atilde;o&amp;quot; e de &amp;quot;mortandade que assole ao meio-dia&amp;quot; (Sal. 91:6); mas os cora&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o impressionados. Ele entregou todas as riquezas do C&amp;eacute;u para os redimir, e todavia andam alheios ao Seu grande amor. Por sua falta de reconhecimento, cerram o cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; gra&amp;ccedil;a divina. Como a urze do deserto, n&amp;atilde;o sabem quando vem o bem, e sua alma habita os endurecidos lugares da terra &amp;aacute;rida. 
                                                                        &amp;nbsp;
                                                                        &amp;Eacute; para nosso pr&amp;oacute;prio benef&amp;iacute;cio que conservamos sempre v&amp;iacute;vidos na mem&amp;oacute;ria todos os dons divinos. Assim se robustece a f&amp;eacute; para pedir e receber mais e mais. H&amp;aacute; mais anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o para n&amp;oacute;s na menor b&amp;ecirc;n&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;oacute;s mesmos recebemos de Deus, do que em todas as narra&amp;ccedil;&amp;otilde;es que possamos ler acerca da f&amp;eacute; e experi&amp;ecirc;ncia de outros. A alma que corresponde &amp;agrave; gra&amp;ccedil;a de Deus, ser&amp;aacute; como jardim regado. Sua sa&amp;uacute;de brotar&amp;aacute; apressadamente; sua luz rompeu nas trevas, e a gl&amp;oacute;ria do Senhor se ver&amp;aacute; sobre ela. Lembremos, pois, a amor&amp;aacute;vel bondade do Senhor e a multid&amp;atilde;o de Suas ternas miseric&amp;oacute;rdias. Como o povo de Israel, empilhemos nossas pedras de testemunho, e sobre elas inscrevamos a preciosa hist&amp;oacute;ria do que Deus tem feito por n&amp;oacute;s. E, ao recordarmos Seu trato para conosco em nosso peregrinar, cora&amp;ccedil;&amp;otilde;es enternecidos de gratid&amp;atilde;o, declaremos: &amp;quot;Que darei eu ao Senhor, por todos os benef&amp;iacute;cios que me tem feito? Tomarei o c&amp;aacute;lice da salva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e invocarei o nome do Senhor. Pagarei os meus votos ao Senhor, agora, na presen&amp;ccedil;a de todo o Seu povo.&amp;quot; Sal. 116:12-14. </itunes:summary>
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	<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 11:02:00 WET</pubDate>
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