X-Men e seu fabuloso evolucionismo | 24Set2009 11:41:11
Publicado por: Megatomaz On-Line
Como diria a garotada: “Fala sério! X-Men são incríveis!” Os poderes desses super-heróis são os mais diversos: absorção e expulsão de energias diversas, agilidade, manipulação do clima e de elementos (água, terra, ar, fogo), cura instantânea, superforça, capacidade de voo, teletransporte, pele metálica e impenetrável, intangibilidade, etc., etc., etc. A lista de habilidades é do tamanho da imaginação de Stan Lee, um dos criadores dos X-Men. E sabe qual a justificativa para esses poderes? Nada de acidente tóxico, radioativo ou bichos geneticamente modificados; nada de experiências científicas que deram errado e geraram um superefeito; nada de seres ou contato com alienígenas. Segundo Stan Lee, a evolução justifica os poderes de seus supers.Isso mesmo: os X-Men são o próximo salto evolutivo do Homo sapiens. Uma mutação genética gerou seus superpoderes. “E todos dizem: Oh! Que incrível!” É, mas como diz a chamada das histórias em quadrinhos, eles são os “Fabulosos X-Men”. Isto mesmo: tudo não passa de fábula.
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A nova onda de vampirismo | 24Set2009 11:36:55
Publicado por: Megatomaz On-Line
O livro Crepúsculo (e o filme dele derivado), de Stephenie Meyer (também autora de A Hospedeira), vem fazendo muito sucesso, especialmente entre jovens. Crepúsculo ajudou a reforçar a nova onda de vampirismo que tomou conta das livrarias e cinemas, assim como aconteceu com a bruxaria, alavancada pela série “Harry Potter”. Como ocorre neste exemplo e naquele, muita gente acha que se trata de simples literatura “inocente”. Será? Analisemos brevemente o vampirismo.
A crença em vampiros é muito antiga e em certos lugares, como a Romênia (terra do Drácula), ela sobrevive até hoje. Deriva da noção de que a vida está no sangue e do costume de alguns homens no passado beberem sangue para “renovar a vitalidade”.
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Mundo das abelhas. | 13Set2009 19:46:43
Publicado por: Megatomaz On-Line

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As abelhas são insetos sociais. Os indivíduos que vivem nas colméias se dividem em três castas: rainha, operárias e zangões.
Quando pensamos em rainhas, pensamos em alguém com muito poder, que diz a todo mundo o tempo todo o que fazer, certo? Bem, isso não acontece com as abelhas. Na sociedade das abelhas não há um posto central de comando. O poder é disseminado através da colméia e as decisões diárias são tomadas consensualmente através de estímulos químicos, visuais, auditivos e táteis.
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